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Presença imprescindível em meio século de história

Um receio comum entre os pacientes que precisam se submeter a um procedimento cirúrgico, sobretudo oftalmológico, é se sentirão dor. Essa angústia reforça a importância do anestesiologista, que é parte essencial para que todos os cuidados que devem anteceder uma cirurgia sejam observados e os procedimentos transcorram de forma segura e sem traumas.

Em mais de 50 anos de história, o Centro Oftalmológico de Minas Gerais conta com o trabalho e a dedicação dos anestesiologistas. Desde sua fundação, em 1968, os médicos anestesistas se tornaram imprescindíveis para o sucesso das cirurgias. Os primeiros integrantes da equipe foram Dr. Raul Costa, Dr. Erivaldo Couto, Dr. Rafael Cançado, Dr. Marcelo Valadares Abreu e Dr. Murilo Arantes, profissionais que se tornaram referência tanto para a própria instituição quanto para os pacientes que por lá passaram.

Ao longo dos últimos anos, inúmeros outros também contribuíram para a consolidação do Centro Oftalmológico. Hoje, 15 médicos anestesistas compõem o corpo clínico: Dr. Aldemar Paiva, Dr. Bruno Verdolin, Dr. José Roberto Costa, Dr. Leonardo Saraiva, Dr. Lucas Cardoso, Dr. Lucas Soares, Dr. Marcel Souki, Drª. Natalie Ribeiro, Dr. Paula Dias, Dr. Paulo Henrique Cançado, Dr. Marcio Placedino, Dr. Ricardo Arantes, Drª. Roberta Lanna, Dr. Victor Rangel e Drª. Terezinha Vilma Rezende.

Atualmente, cerca de 1.700 procedimentos cirúrgicos são realizados  todos os meses no Centro Oftalmológico e a consulta pré-anestésica com o especialista é essencial para a avaliação clínica e identificação de fatores de risco – procedimentos indispensáveis para a segurança e os resultados positivos alcançados pela instituição, que, pouco a pouco, se tornou conhecida pelos bons serviços prestados em saúde ocular em Minas Gerais. Cabe ao anestesiologista orientar previamente o paciente, de modo a reduzir ao máximo o estresse e a ansiedade que antecedem intervenções cirúrgicas como Facectomia, Vitrectomia, Estrabismo, Cirurgias Plásticas e Antiglaucomatosa – as mais frequentes.

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