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Referência mineira no tratamento oncológico

O Hospital Luxemburgo abriu as portas em 1986, mas sua história começa, de fato, em 1971, quando o pensamento humanista e empreendedor de seus idealizadores deu origem à Associação dos Amigos do Hospital Mário Penna. Quatro anos mais tarde, graças ao empenho do grupo, o que seria o Instituto Mineiro de Oncologia (IMO) já dispunha de um terreno doado pelo governo do Estado que mais tarde abrigaria uma instituição completa no tratamento de pacientes com câncer. A consolidação viria em 2020, ano em que o hospital terá realizado o maior número de cirurgias em pacientes com câncer no Estado.

Para lidar com uma doença tão complexa de forma humanizada e eficiente, se tornou necessária a criação de um serviço de anestesiologia que reunisse médicos capacitados e experientes para lidar com situações de alta gravidade. Ele foi inaugurado em 1977, por Dr. Domingos Afons Santiago, alinhado ao objetivo macro da instituição de oferecer qualidade máxima no tratamento das mais diversas doenças, mas, sobretudo, em casos oncológicos. “Nossa demanda principal provém de pacientes de alta complexidade, para cirurgias de câncer”, explica Dr. Adriano Guerra Souto, coordenador do serviço de anestesiologia do Hospital Luxemburgo.

Vinte médicos compõem a equipe anestésica. A estrutura oferecida a pacientes e acompanhantes é comparável à dos melhores hospitais do país. Ao todo, são 258 leitos, Unidade de Transplante de Medula Óssea, Unidade Coronariana Intensiva, Centro Cirúrgico, Central de Endoscopia, Pronto Atendimento 24 horas, Consultórios e Serviços de Quimioterapia e Radioterapia.

Os investimentos em equipamentos de ponta por sua vez desafiam diariamente o corpo clínico a se manter em constante atualização técnica e acadêmica. Além de equipamentos para ressonância magnética, ultrassonografia, mamografia, colonoscopia e endoscopia, além de aceleradores lineares, tomógrafos e salas cirúrgicas para procedimentos guiados por vídeo, a instituição adquiriu, recentemente, máquinas de última geração para o tratamento de câncer, como Broncofibroscópio e Laringoscópio Digital.

Residência médica

A residência em anestesiologia do Hospital Luxemburgo é também uma referência no mercado. De acordo com Dr. Adriano, o atual modelo de residência foi adotado há sete anos e forma três profissionais por ano. “Eles acabam saindo daqui com um domínio maior sobre cirurgias de alta complexidade e mais tranquilidade para lidar com situações de alta pressão”, comenta.

A experiência se reflete nas provas de títulos, em que os residentes se encontram sempre bem-posicionados e, portanto, prontos a atuar em instituições de renome nacional.

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