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Porque fazer parte de uma cooperativa?

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Unir forças para atingir objetivos traçados, de forma sustentável e pensando no bem-estar coletivo. Esse é o princípio do cooperativismo, um modelo de negócios considerado uma alternativa mais democrática às atuais formas de governança. Mais do que isso, é uma filosofia de vida que visa à construção de um mundo com oportunidades justas para todos. E uma forma de unir desenvolvimento econômico e social, aliando produtividade e sustentabilidade.

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De acordo com a Organização das Cooperativas Brasileiras, o Brasil registrava quase 7 mil cooperativas em 2018, que reuniam 14,6 milhões de pessoas e geravam 425,3 mil empregos diretos – número 17,8% superior ao contabilizado há quatro anos. O crescimento se justifica em razão das diversas vantagens de se fazer parte de uma cooperativa. Confira algumas delas:

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  1. Você é o dono: em uma cooperativa, as pessoas não são apenas clientes de um serviço. A gestão precisa ser democrática e transparente, tendo na Assembleia Geral o órgão soberano.É nela que são tomadas as principais decisões – como a eleição da diretoria e dos conselheiros – e todos os cooperados têm direito a voto (individualmente ou por representação). Ou seja, são responsáveis diretos pelo futuro da organização.
  2. Poder de negociação: seja qual for o objetivo da cooperativa, ela só tem a ganhar com a reunião de diversas pessoas em torno de um único fim. Em razão do volume de cooperados, é mais fácil negociar com fornecedores e parceiros e obter descontos únicos.
  3. Sem fins lucrativos: como não há uma busca desenfreada pelo lucro, o crescimento de uma cooperativa é mais sustentável. E, caso a arrecadação seja maior do que os gastos previstos, algumas ainda distribuem parte dos resultados aos cooperados.
  4. Benefícios para a comunidade: um dos sete princípios do cooperativismo é a preocupação com o desenvolvimento das comunidades. Está na essência de uma cooperativa vincular-se às pessoas ao redor, conduzindo-as a um crescimento sustentável.

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No caso da Coopanest-MG, o principal benefício para os cooperados deriva das negociações com os convênios. “A força de uma cooperativa depende diretamente do número de cooperados e da capacidade que ela tem para aglutiná-los. Se quisesse negociar individualmente, o profissional teria que falar com cerca de 70 convênios. Quando se negocia em grupo, as condições ficam melhores e o processo mais simplificado. A ideia é essa, nos juntarmos para ser mais fortes”, explica Rômulo Pinheiro, presidente da Coopanest-MG.

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